Sobre Ilé Àse Òsòlúfón-Íwìn

Casa de candomblé Ketu/Nagô

Abertura oficial da Casa de Candomblé do Ilé Àse Ògún Aláàgbèdé

O Bàgbálòrisá do Ilé Àṣe Òṣòlúfón-Íwìn Fernando D’Òsògìyán, tem o prazer de convidá-lo para a abertura oficial da Casa de Candomblé Ketu/Nagô, o Ilé Àse Ògún Aláàgbèdé de seu filho Fernando Perrotti D’Ògún com a cerimônia de Orukó do primeiro barco de Ìyáwo.

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As Roupas no Candomblé Ketu/Nagô

Resultado de imagem para roupas do candomblé

Já escrito este artigo de várias formas, mas sem perder a integridade, no que se refere sobre o vestuário do Candomblé, assim como dos nossos Orisás, vamos aqui, esclarecer alguns pontos da nossa Cultura, e como ela foi passada, ao longo de mais de um século de tradição.

Devemos estar atentos às hierarquias destes vestuários do Candomblé, pois muitos participantes, estão ultrapassando estes, por falta de orientação ou de conhecimento de um todo. Não podemos ignorar as tradições centenárias, de uma Religião milenar, e principalmente, a essência de cada Orisá.

Vamos apontar algumas violações que comprometem esta tradição no Candomblé, deixando assim, descaracterizado a forma de estarmos vestidos de forma correta. Continuar lendo

ABIAN FUTURO IYAWO

Na história dos cultos afro-brasileiros, existe uma categoria de pessoas que são determinadas ou classificadas de Abianuma palavra de origem yorubá que quer dizer: Ab- = aquele que; e An = seria uma contração de onã, que quer dizer caminho. A junção destas duas palavras, formou-se o termo “Abian”, que quer dizer, aquele que começa um novo caminho. Ou seja, o abian, é uma pessoa que está começando um novo caminho, uma nova vida espiritual. Esse é um momento de uma importância, pois, é nesse período que aquele noviço ou recém chegado tem contato com os já iniciados, passando a observar os vários comportamentos e desempenhar também várias tarefas, sem exercer um maior envolvimento com a religião. Desta forma, entendemos que abina é um rito de passagem presente no cotidiano da religião de matriz africana, marcados por cerimônias que dentro do contexto, representam igualmente a progressiva aceitação do iniciado e sua participação na comunidade na qual está inserido, considerando tanto o seu valor individual quanto o coletivo.

(Irivan de Assis Santos Silva) Continuar lendo